quinta-feira, 15 de junho de 2017

FRAQUEZA DE CARÁTER E MAU-CARATISMO

Acabei de assistir a um filme feito para televisão que me fez pensar sobre a traição conjugal e quando é uma fraqueza de caráter ou mau-caratismo. Na história do filme... O cara( um músico bonitão e fracassado) gosta de uma moça e se envolve com ela quando a esposa estava no hospício. Simplesmente aconteceu, ele deveria estar carente ou a questão de pele falou mais alto. Todos nós somos seres humanos e a carne é fraca. Além, como disse Jesus Cristo: "Quem nunca pecou que atire a primeira pedra".

 Agora, ele fazer uma história mirabolante para colocar a amante na casa, dizendo que era uma filha dele, forjar um DNA falso, sabotar o trabalho da esposa para ela ficar louca e voltar ao hospício. Planejar ficar com a casa, além do dinheiro dela. Para completar, depois de tudo revelado, o marido faz biquinho e diz que a mulher nunca o apoiou e a sua música. Entretanto, a esposa fez de tudo por ele e hipotecou a casa duas vezes, com a finalidade de acabar o álbum do "artista incompreendido". O cara foi um psicopata, manipulou todo mundo para conseguir seus objetivos.

 Enfim, se ele só se envolvesse com a jovem e se separasse da mulher, não seria um canalha. Ninguém é o brigado a ficar com ninguém. Mas, desenvolver um plano perverso para prejudicar a esposa que só o ajudou, chega ser de uma maldade bizarra que me dá muito medo.

Não ocupamos o mesmo espaço

Eu sempre estou pensando sobre isto, mas, é que me intriga como a gente cada vez mais está se embrutecendo e perdendo a noção de espaço. 
Por exemplo, numa passarela do BRT, há uma escada e as pessoas não se organizam para fazer uma fila para subir e a outra para descer. Logo, vira um caos. O mesmo acontece nos veículos públicos, não há um entendimento de que dois corpos não podem ocupar o mesmo espaço. Quando a porta se abre, um lado é para quem deseja entrar e o outro, para sair.
Até entendo a pressa das pessoas, vive-se num mundo agitado mesmo. Porém, se cada um agir de uma maneira exclusivista e não distinguir os espaços públicos e dos privados, a qualidade de vida piorará bastante. 
Lógico que nunca existiu um planejamento bacana para o transporte público, devido às decisões políticas equivocadas no passado. Mas, podemos ter uma consciência de cidadania para que as nossas viagens não sejam tão truculentas ou até violentas.

terça-feira, 6 de junho de 2017

Excesso de zelo?

Bem, vamos lá. Talvez, seja excesso de zelo, mas, quando vi o cara com uma camisa escrita mais ou menos assim("Predador...Jiu-jitsu"), achei estranho. Por que escolher a palavra predador e não vencedor ou lutador? Ser predador é caçar e exterminar o outro para se alimentar. Agora, uma coisa é matar para comer, outra, transformar o ato predatório em ideologia de supremacia. Não estou jugando os lutadores profissionais, porém, o que me assusta é a glorificação da violência e achar normal o homem ser predador da sua própria espécie. A arte marcial genuína não só transmite técnicas de luta, mas valores de respeitar as pessoas e seus oponentes. Diferente, de estimular a violência predatória.


quarta-feira, 3 de maio de 2017

pensar sozinho

Assim, viver em um mundo que a felicidade é uma obrigação e todos adoram simular uma vida perfeita, a frustração​ aumenta e a depressão, inclusive.

Não estou querendo generalizar, as causas de depressão são diversas, mas, precisa-se entender que a vida é feita de momentos felizes e tristes.


Há dias que você acorda querendo abraçar todo mundo e, em outros, metralhar todos. Nada é perfeito e cem por cento planejado, existem cagalhudos no meio do caminho que se precisa desviar ou limpar para não se sujar.


Viver não é só simular, mas aceitar o melhor e o pior que ela tem. Não vá atrás de receitas de bolo para ser feliz. Siga sua jornada e aprenda a pensar sozinho.

segunda-feira, 1 de maio de 2017

Ciente

Antes, eu não entendia os espaços e fazia confusão. 
Hoje, estou mais ciente de que quando público nas minhas redes sociais, exponho minhas opiniões de forma coloquial. Logo, o conteúdo que posto por aqui não é publicável no âmbito das crônicas e artigos.
Para fazer estes últimos preciso escolher melhor as palavras e reduzir ao máximo os vícios de linguagem. A norma escrita precisa ser respeitada.
Para chegar a esta conclusão, precisei pagar muitos micos.

terça-feira, 18 de abril de 2017

"Coach"

De um tempo para cá, ouço esta palavra em todos os lugares, inclusive, nas redes sociais. Para quem não sabe, coach é treinador em inglês. Mas, pelo que me parece, esta palavra saiu mundo dos esportes, para outras áreas de conhecimento.

 "Coach é uma palavra em inglês que significa treinador, instrutor e pode também ser um tipo de ônibus. Em inglês, quando usada como verbo, a palavra coach significa treinar ou ensinar. Além disso, um coach ou coacher é um profissional que exerce o coaching, uma ferramenta de desenvolvimento pessoal e profissional."

Este tipo de profissional ajuda os indivíduos a organizarem a vida, além de dar dicas importantes como, por exemplo, conseguir realizar as metas, comportar-se numa entrevista de emprego, planejar o currículo e etc...

 Pois é, acho bem construtivo e até ouço conselhos de um "coach". Agora, o que tenho receio é de certas pessoas o transformarem em gurus, acreditar em tudo o que ele diz, como se fosse A VERDADE SUPREMA.

O " coach" não é uma ser iluminado ou divino e sim um indivíduo especializado em ajudar outros profissionais. Por que sempre se quer o caminho mais fácil? Preferir adorar os outros a procurar ter os próprios pensamentos?

Cada pessoa tem que cuidar da sua vida e possuir autonomia, para assimilar ensinamentos e conselhos. Isso não é de hoje, na História, multidões se entregaram a falsos heróis e profetas.

Ouça bons conselhos e admirem os outros. Entretanto, não se esqueçam de sua individualidade..

SEGURAR A ONDA

Muitas pessoas podem discordar de mim, mas, há um momento na vida que se precisa ser realista. Segurar a onda para não ficar ridículo. 
Não estou dando conselho para ninguém e sim para mim mesmo. 
Por exemplo, seu eu quisesse realmente trabalhar no exterior, eu poria este plano em prática quando tinha vinte anos de idade, não agora com 38. Lembro-me que uma pessoa me disse que poderia ser entregador de pizza em NY e dormir no banco da praça( Duvido que os agentes da imigração fossem permitir isso. Seria deportado lindamente.).
Outro fato, não tenho nem influência no inglês e o português de Portugal nem entendo direito, quando falam rápido. Já pensou? Eu sem falar nada no exterior, com certeza, irei-me foder! 
Inclusive, não tenho um trabalho especializado e nem sou um gênio. Chegando lá, serei deportado num piscar de olhos, porque não tenho grana e nem talento como moedas de troca.
Para piorar, com o terrorismo é a onda de conservadorismo no mundo, o controle de imigração está super severo e vou ser o primeiro a dançar. Também, não vou gastar meu dinheiro com coiotes para morrer no deserto com fome e sede ou ser assassinado.
Enfim, vou ficar onde estou. Mesmo que me foda por aqui também...
De repente, posso conhecer a Europa ou os E.U.A, comprando esses pacotes de quinze dias e pagar parcelado no cartão de crédito em várias prestações. É uma possibilidade bastante remota, mas, quem sabe...