segunda-feira, 18 de abril de 2016

A distração é foda!!!


Estava a visitar um centro cultural e andando numa exposição de móveis antigos que até pertenceram à monarquia( eu acho).

Sem querer, encostei numa mesa enorme de reunião que era proibido tocar.
Ninguém viu, mas se alguém me flagrasse diria que eu era sem noção e por isso que o Brasil não ia pra frente.

Não adiantaria argumentar que me distraí, pois, ao ver a mesa imensa, lembrei-me de um filme erótico e existencial que narrava a história de uma jovem casada, a qual  era carente de ficar sozinha( o marido viajava muito) e tinha muitos sonhos eróticos. Numa das fantasias, ela transava com força com um juiz numa mesa igual que vi no centro cultural.

Então, na história, ela procurava seu eu interior e lírico concretizando seus desejos. Viajei na maionese, entrando numa fenda entre o tempo e o espaço, deixando-me levar e isso durou por segundos.

Ainda bem que minha irmã me chamou a atenção e tirei a mão da mesa rapidamente. Até agora estou com vergonha!

Distração é foda!!!!!!

domingo, 17 de abril de 2016

Não é mimi, só uma opinião

Quando fui ao Centro da Cidade, presenciei uma cena de quase assalto. O ônibus tinha parado na região da Central e um cara pulou na janela e tentou pegar um celular de um rapaz.

Tudo aconteceu muito rápido e fiquei pensando como estamos abandonados. Lógico que há assaltos em outros países do mundo, inclusive, os desenvolvidos. Porém, será que interferem na qualidade de vida da população, como aqui?

Depois do acontecido, fiquei com medo de tirar foto. Meu celular não é dos melhores, só que é meu e dará uma dor de cabeça em ser roubado. Senti-me que minha liberdade ficou restrita, por não poder fotografar o que achei interessante. O estranho que a violência não só ataca concretamente com o ato, mas, entra no imaginário potencializando o medo. Portanto, as impressões tornam-se mais horripilantes do que realmente são.

Não estou querendo fazer “mimi”, entretanto, estou perdendo o prazer de sair. Moro longe e o transporte público é bastante precário. Então, precisar planejar para se poder aproveitar o passeio.

O Rio de Janeiro tem bolhas de desenvolvimento e infraestrutura, só que a maior parte vive num abandono. Claro, que não se pode negar a beleza da cidade, porém, ela precisa proporcionar mais qualidade de vida a sua população.

É só minha opinião.  Não quero ser o senhor da razão.


quinta-feira, 14 de abril de 2016

CONSTRUIR

Hoje, estava com raiva, devido à situação política do país, e comecei a escrever. Aí, fui me esvaziando e me senti melhor. Realmente, quando se pensa para escrever, dá-se o tempo para digerir os sentimentos e sensações. Poxa vida, estou vivo! Continuarei a caminhar, correr, escrever e a tirar foto. Tive tanta sorte de ter bons pais e um lar harmônico. Eu sei quem sou, amo viver e a cada dia aprendo a lidar com minhas limitações, frustrações e recalques. Quando terminei o texto, percebi que não tinha mais sentido e o deletei. Ainda bem que encontrei a serenidade, já que ao invés de melhorar, a cólera irá piorar ainda mais. Não quero destruir e sim construir.

terça-feira, 12 de abril de 2016

ÓDIO

Sentir animosidade é mais fácil que amar. O primeiro é um tsunami incontrolável, já o outro se precisa respirar um pouco e ponderar. Ultimamente, vive-se na ira e há uma busca incontrolável de um pretexto com a intenção de extravasar este sentimento acumulado por anos. Culpar cem por cento o outro em relação aos problemas é mais fácil e tentador. Para que refletir sobre os próprios erros se pode xingar e apontar “fatores externos”? O culto ao ódio provoca barbárie e leva à humanidade ao abismo. Por isso, tentarei não odiar quem pensa diferente de mim, pelo contrário, irei respeitá-lo mesmo que tenha que lutar comigo mesmo. Não posso me achar o dono da verdade absoluta, ninguém o é. Deus me livre semear raiva por aí.

domingo, 10 de abril de 2016

EFÊMERO

Não é pessimismo, mas, nunca lerei todos os livros ou assistirei aos filmes. Jamais conseguirei ser o ideal que gostaria de ser. Sou efêmero e um dia desaparecerei. Este ponto de vista me liberta de mim e de minhas neuroses. 

Curto minha vida da maneira que posso e vou me descobrindo como indivíduo.

DEPENDÊNCIA



Esqueci meu celular em casa e, no trabalho, senti uma sensação de perda. Estou preocupado, pois, as novas tecnologias não podem interferir na minha vida. Não posso encará-las com órgãos vitais, mas, só um instrumento para me ajudar no meu cotidiano.

quinta-feira, 31 de março de 2016

liberdade

Como sou a favor da Democracia tomo esta atitude. Se ler algo que não concordo, não ficarei chamando ninguém de burro ou fascista. Simplesmente deixo para lá ou clico para não ter mais atualizações desta pessoa ou a deleto. Violência gratuita e intolerância são terríveis para liberdade. Inclusive, não significa que a pessoa que tem a opinião diferente de você é burra, só possui outro olhar. Confesso que, muitas vezes, quero gritar e fazer discursos inflamados, porém, tento exercitar a tolerância, pois, não quero ser um fundamentalista e nem quero o país entre numa guerra civil, quem vai se foder será o povo( eu faço parte dele). Pensem nos terroristas extremistas que promovem dor pelo mundo como, por exemplo, os integrantes do Estado Islâmico. Nós do "ocidente civilizado" os consideramos bárbaros, será que estamos tão distante deles? Amigos que pensam semelhantes a mim ou diferente, antes de mais nada, nós somos brasileiros e, apesar das diferenças, devemos construir uma ponte para o diálogo. Será importantíssimo para nossa liberdade.