terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

OK...



De repente, transformei-me em caçador de belas imagens, as quais muitas vezes são ocultas pelo cotidiano e o tempo corrido. Quando consigo fotografa-las sinto alegria de viver. Pois, percebo que não virei um autômato que vaga por aí, sem nenhum tipo de sensibilidade para admirar as coisas belas e simples que jorram quase imperceptíveis nesse mundo moderno, consumista e veloz. Inclusive, sinto liberdade de viajar a outros sentires, sem sair de casa. Outro fato, sou também TIRADOR DE FOTO MALFEITA DE CÂMERA DE CELULAR QUE ABUSA DOS FILTROS DO EDITOR DE FOTOS E DO INSTAGRAM. Tenho a consciência que não sou fotógrafo e nunca vestirei uma camisa que não é minha. Uma das minhas poucas virtudes é saber me colocar no meu lugar e ninguém precisa fazer isso por mim, OK.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Historinhas



De repente, vejo a danadinha da pomba a descansar no parapeito do basculante. Já tirei uma foto dela, mas como a vidraça é translúcida, não dá para vê-la nitidamente, só seu contorno. Ela fica ali o tempo todo. Quando termino anotar algumas coisas, vejo-a ainda basculante. Sinto pena e percebo como sou tolo, ao inventar uma história triste para ela e me sentir alguém especial por ser benevolente com ela. Ela é o que é e está mais próxima do divino do que eu, que fico inventando "historinhas".

Confesso...

Tenho preconceito com pessoas que dizem não ter nenhum tipo de preconceito.

domingo, 1 de fevereiro de 2015

tudo tem um jeito

Fodeu
Perdeu
A vida é assim
Relaxa
Perder faz parte
Cura as feridas
Siga em frente
Tudo tem um jeito
O que não tem solução

A morte

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

reconhecimento universal

Sou a favor do relativismo cultural, que visa respeitar a cultura do próximo. Mas, acredito que há um reconhecimento universal entre os indivíduos que faz com que haja solidariedade entre eles, mesmo que sejam de povos e etnias diferentes. Sei lá, uma ética que ultrapasse os valores locais de uma região, valorizando o humano em si e não as representações sociais.

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Uma vez...

 Li um conto que me marcou bastante: A TERCEIRA MARGEM DO RIO de Guimarães Rosa. O relato conta a história de um homem que ficou em seu barco, no meio do rio, vivendo em um mundo à parte. Então, imaginei que dentro de mim existe a terceira margem do rio, ondo fico um pouco para descansar do cotidiano. Depois, retorno com meu barquinho, quando o sol começa a nascer e os passarinhos a cantarem.

aniversário...


Pessoal, este ano faz dez anos que fiz meu primeiro blog no uol e depois mudei para blogpost. Parece que foi ontem! Aprendi, errei e persisti. Não ganhei dinheiro e nem prestígio, continuo um ilustre desconhecido. Porém, o  que  conquistei foi encontrar minha individualidade e assimilar melhor as informações que encontro pelo caminho, uma vez que quando escrevo, passo a limpo pensamentos e revejo até minhas opiniões. Sei que tem muitos textos meus que não são publicáveis e nem possuem valor literário. Mas, divirto-me experimentar e ensaiar uma reflexão, mesmo que não seja tão original e sim reflexo do senso comum.  Por mim, continuarei muitos anos a escrever, a errar e a superar os equívocos. Porque como já disse várias vezes, descobri na escrita uma forma de terapia e, também, um tipo de exorcismo de meus devaneios. Ia me esquecendo... Há cinco anos faço vídeos também, minha atuação é  péssima e tenho poucas visualizações, inclusive. Entretanto, persisto! Ficarei um velhinho que posta textos e vídeo na Internet, bem...

Se o mundo não acabar antes. 
Ou se eu  não morrer antes...